Andrea Lorini morreu aos 48 anos Crédito: Reprodução
O início de 2026 tem sido marcado por um luto constante no cenário fitness global. Uma sequência de mortes envolvendo atletas no Brasil, Itália e Estados Unidos lançou luz sobre uma questão urgente: onde termina o esporte e começa o risco iminente à vida? Casos como o do italiano Andrea Lorini, o “Gigante”, vítima de uma parada cardíaca aos 48 anos, e dos brasileiros Kevin Notário e Arlindo “Popeye”, evidenciam a fragilidade do corpo diante de pressões extremas.
Embora as causas diretas variem de infecções bacterianas a falências renais, o pano de fundo é o mesmo: o estresse fisiológico severo. Especialistas alertam que a busca pela estética inalcançável — muitas vezes aliada ao uso de substâncias paliativas ou métodos invasivos — sobrecarrega órgãos vitais como coração, rins e fígado. O debate agora foca na necessidade de maior rigor médico e na conscientização sobre os limites biológicos em um esporte que exige cada vez mais do organismo humano. Correio 24hrs


