Jovem morta em confronto com a PM no Subúrbio acumulava histórico de roubos violentos

Rafaela teve imagem associada a assaltos violentos Crédito: Repridução

Identificada como uma das quatro pessoas mortas após uma perseguição e intensa troca de tiros com a Polícia Militar no Subúrbio de Salvador, Rafaela Santos da Silva Barros já possuía um histórico associado a assaltos violentos na capital baiana. Antes do episódio que culminou em sua morte — a tentativa de assalto a uma loja de bronzeamento artificial —, a jovem estaria envolvida no roubo a uma loja de celulares no bairro do Lobato, onde residia.

De acordo com as investigações preliminares, Rafaela também teve sua imagem associada a uma série de “arrastões” praticados em Salvador. Ela integraria a facção criminosa Comando Vermelho (CV), fazendo parte de um grupo local conhecido como ‘Tropa do Anjo’.

‘Modus Operandi’ violento

Os episódios criminosos atribuídos à jovem seguiam um padrão operacional semelhante. Nas investidas contra estabelecimentos comerciais, a abordagem era marcada pelo uso ostensivo de violência e grave ameaça, tática empregada para intimidar funcionários e clientes, neutralizar reações e assegurar a execução rápida dos roubos. A diversificação dos alvos — passando por lojas de eletrônicos e de serviços — indica uma atuação frequente em crimes patrimoniais na região.

Rafaela morreu no desdobramento de uma operação que terminou em confronto armado com policiais militares no Subúrbio Ferroviário. Na ocasião, além dela, perderam a vida Luan Gomes Costa (30 anos), Cauã Dias Damasceno (18 anos) e Adriano Nascimento dos Santos Valente.

Segundo a versão oficial divulgada pela Polícia Militar, houve resistência e troca de tiros durante o cerco aos suspeitos. As circunstâncias exatas das mortes e o grau de envolvimento individual dos quatro nos crimes apurados continuam sob investigação pelas autoridades competentes. Fonte: Correio 24hrs

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