Desabamento de galpão em construção deixa quatro mortos em Luís Eduardo Magalhães

Desabamento ocorreu em obra da Galvani, empresa do setor de fertilizantes – Foto: Reprodução / Blog do Sigi Vilares

Na manhã desta quinta-feira (10), um grave acidente chocou a cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Um galpão em construção localizado na unidade da empresa de fertilizantes Galvani desabou por volta das 10h, resultando na morte de quatro trabalhadores e deixando outros dois feridos. Todas as vítimas faziam parte de uma empresa terceirizada que prestava serviços no local.

Resgate e Atendimento às Vítimas

  • Ação dos Órgãos de Segurança: Uma equipe da 2ª Companhia do 17º BBM foi acionada por volta das 10h30 para isolar e garantir a segurança da área afetada.
  • Balanço Oficial: Segundo a Galvani e o Corpo de Bombeiros, seis pessoas foram atingidas na ocorrência. Quatro faleceram no local e duas sobreviveram, encontrando-se sob cuidados médicos em estado estável.
  • Trabalho de Resgate: Três corpos foram encontrados sob os escombros pelas equipes de salvamento e tiveram os óbitos confirmados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Um dos operários, preso pelo tornozelo à estrutura metálica, precisou ser desencarcerado pelos bombeiros. Outras vítimas já haviam sido encaminhadas a hospitais da região pelo Samu antes da chegada da corporação.
  • Perícia: Após o resgate, os corpos ficaram sob a responsabilidade do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para os devidos procedimentos legais.

Posicionamento Oficial da Empresa

Por meio de nota oficial, a Galvani lamentou profundamente o ocorrido e detalhou que está prestando todo o suporte necessário aos familiares e amigos dos trabalhadores afetados.

“A companhia está prestando toda a assistência necessária às famílias das vítimas e às demais pessoas envolvidas, além de colaborar com as autoridades locais na apuração das causas do acidente”, declarou a empresa.

Até o momento, as causas exatas do colapso estrutural do galpão permanecem desconhecidas e serão investigadas pelos órgãos competentes. Fonte: a Tarde

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