UFRB recebe registro de carta patente de Shake de Kefir enriquecido com ferro

Um shake de kefir enriquecido com ferro garantiu à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) a titularidade de sua segunda Carta Patente. A Universidade recebeu o registro oficial do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) no último dia 12 de maio. 

O produto é parte das pesquisas desenvolvidas há oito anos pelo grupo Kefir do Recôncavo, no Centro de Ciências da Saúde (CCS). A iniciativa visa investigar os efeitos da bebida fermentada Kefir e novas formas de prepará-la. O grupo, vinculado ao Laboratório de Probióticos da UFRB (LAPRO), também conquistou a primeira patente da UFRB e tem outros 12 registros de patentes que têm como base o Kefir em tramitação.

A tecnologia foi desenvolvida pelos pesquisadores: Caroline Ferreira Cardoso (CCS); Ivaneide Pereira dos Santos (CCS); Camila Ferreira Godinho da Silva (CCS); Tatiana Santos de Jesus (CCS); Poliana Almeida Caldas (CCS); Carla Larissa Batista (CCS); Edilson de Araújo Pires(PPGCI); Maria Cecília Castelo Branco de Santana (Externo); Ferlando Lima Santos (CCS).

O professor Ferlando Santos, coordenador da equipe falou sobre o produto. “A invenção se refere a um produto para o uso nutricional suplementar em forma de shake, desenvolvido para ser consumido in natura, atuando como coadjuvante nas dietas alimentares com a finalidade de redução do peso e prevenção da anemia ferropriva. Mais particularmente, a invenção refere-se a uma bebida tipo shake, formulada com kefir de leite, farinha de semente de jaca, farinha de banana verde, farinha de linhaça, farinha de aveia, farinha de castanha de caju e frutas como morango, voltada para complementação alimentar de consumidores em geral, sobretudo pessoas com sobrepeso e anemia”, explica.

O coordenador de Criação e Inovação da UFRB (CINOVA), Edilson Pires destacou o avanço da instituição no segmento de pesquisa e inovação. “Com mais uma patente concedida em seu portfólio, a UFRB reforça sua capacidade de desenvolver projetos Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e seu interesse em promover a transferência de tecnologias dos resultados de pesquisa desenvolvidas pelos pesquisadores da instituição. Desde 2012, estamos caminhando para uma tendência de crescimento da capacidade da UFRB converter os resultados de suas pesquisas científicas em tecnologias inovadoras. Tanto é que, conforme se apresenta no Ranking Universitário da Folha (RUF), acerca do Ranking de inovação das IES brasileiras, a UFRB está posicionada na 31ª colocação”, comentou. UFRB

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