Eduardo Costa vira réu por estelionato em compra de mansão

Promotoria entrou com pedido de condenação do cantor em novembro de 2021 – Foto: Divulgação

Outro imóvel, objeto de ação de reintegração de posse, foi oferecido como parte do pagamento.

A Justiça acatou uma denúncia do Ministério Público de Minas Gerais e tornou nesta quinta-feira, 3, o cantor Eduardo Costa réu em processo sobre estelionato na compra de uma mansão.

A promotoria entrou com pedido de condenação do cantor em novembro de 2021. Segundo a denúncia do MP, o cantor ocultou que o imóvel tinha diversos problemas na justiça e, por isso, não poderia ser vendida.

O imóvel em questão é um bem litigioso e a omissão da informação teria causado, segundo a denúncia, prejuízo às vitimas.

“Preenchidos os pressupostos processuais e as condições para o exercício da ação penal, não estando inepta a denúncia e presente a justa causa, recebo a denúncia, nos termos do art. 395, do CPP”, disse o juiz José Xavier Magalhães Brandão, em decisão publicada na última segunda-feira (31/1).

O cantor, segundo o colunista Leo Dias, firmou contrato de compra e venda em 2015 e adquiriu o imóvel no bairro Bandeirantes, em Belo Horizonte por R$ 9 milhões.

Parte do pagamento, R$ 5,6 milhões, foi pago com o imóvel localizado em Piumhi, também em Minas Gerais.

O imóvel, no entanto, era objeto de uma ação de reintegração de posse desde 2012, além de também ser objeto de uma ação pública desde 2013. A Tarde

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